Prot. 037/2025
GOVERNO IMPERIAL RUSSO
CZAR PAULO II
POR MERCÊ DE DEUS E DO IMPÉRIO RUSSO
CZAR E IMPERADOR DE TODAS AS RÚSSIAS
São Petersburgo, 01 de Novembro de 2025.
Ao conhecimento da Augusta Corte, do Conselho de Estado e de toda a Nação Russa,
Eu, Paulo II, por graça de Deus e da vontade do povo, Czar e Autocrata de Todas as Rússias, Rei da Polônia, Rei da Noruega, Grão-Duque da Finlândia e Senhor de todas as terras do Oriente, do Ocidente e do Norte; Guardião da Tradição, Protetor da Coroa, Defensor da Ordem Imperial;
No uso da autoridade que me é conferida pela Coroa de Todas as Rússias, e pela tradição do Estado Russo, no exercício pleno de minha autoridade imperial e incontestável,
É dever do soberano não apenas conceder honras, mas também velar para que estas sejam sustentadas com dignidade, lealdade e serviço fiel à Pátria e à Coroa. Tendo sido minuciosamente examinados os relatórios do Gabinete Imperial e ouvidas as deliberações do Conselho de Estado, cumpre-me, ainda que com profundo pesar, tornar pública a decisão referente ao Grão-Duque Viktor Pavlovitch Romanov, até este momento Grão-Duque da Polônia.
Constatou-se, de forma irrefutável, a irresponsabilidade, conduta imprópria, negligência de deveres, ausência de compromisso para com a nação polonesa, a Santa Rússia e a própria Coroa Imperial, além do descumprimento reiterado das ordens diretas emanadas do Trono. Tal comportamento não apenas macula o nome que traz, mas fere o juramento sagrado feito diante de Deus e do Imperador.
Por estas razões, e com base na autoridade que me foi concedida pelo Altíssimo e pela Lei Fundamental do Império, REVOGO todos os títulos de realeza e de Grão-Duque da Polônia de Viktor Pavlovitch Romanov, retirando-lhe o direito de usar quaisquer insígnias, brasões ou prerrogativas da Casa Imperial.
Além disso, DECRETO o exílio de Viktor Pavlovitch Romanov pelo período de 5 (cinco) anos nos confins da Sibéria, onde deverá viver sob vigilância das autoridades locais, em recolhimento e penitência, a fim de refletir sobre a gravidade de suas ações e, quem sabe, reencontrar o caminho da honra e do arrependimento.
Que este ato não seja visto como mera punição, mas como medida de justiça e correção — uma oportunidade para que a alma desviada reencontre a luz da virtude e volte, um dia, purificada, à comunhão com Deus e com a Pátria.
Ordeno que esta decisão seja registrada nos anais do Gabinete Imperial, comunicada ao Conselho de Ministros, e tornada pública no Boletim Oficial da Corte e do Reino da Polônia, para que todos saibam que a dignidade imperial é dom que se conserva com virtude, não com sangue.
Que Deus Todo-Poderoso abençoe nossa nação e ilumine os nossos caminhos para a glória eterna do Império.

